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Uma carta aberta, de peito aberto.

  • Foto do escritor: Luana Dalmolin
    Luana Dalmolin
  • 27 de ago. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 24 de jan. de 2025



(duas músicas para acompanhar esta carta que fiz pra você: Tudo, da Liniker, e Fetiche, do Baco Exu do Blues)


Meu querido,


O que estou vivendo com você há muito tempo eu não experimentava. Quando te vi pela primeira vez, me lembro certinho de como você chamou a minha atenção entre tanta gente presente naquela roda. Uma atração de pronto me fez colar na sua. Gostei de cara da sua energia e desse seu sorriso lindo e desses olhinhos que me derretem toda.


Nos encontramos, ali a atração que eu sentia por você ficou ainda mais evidente. Mas não era a nossa hora. Tivemos que esperar um ano inteiro para descobrir os prazeres sem-fim dessa história tão linda que estamos, finalmente, vivendo.


Hoje, eu percebo que tudo tem mesmo a sua hora certa. Me sinto pronta para estar contigo exatamente do jeito como as coisas são. Como você me disse, quando eu entro naquele quarto nada é mais importante do que nós dois entrelaçados, juntos e misturados.


Uma paixão louca, um sexo que eu nunca tive igual. Uma transa que arde e, ao mesmo tempo, me deixa em paz. O alívio de te encontrar, de descarregar todo o tesão que eu sinto por você dos jeitos mais doidos e intensos. Estar em seus braços depois é um bálsamo, me sinto especial e amada. E, por isso, eu te agradeço.


É leve, e ao mesmo tempo, é um escândalo de foda! Amo o jeito que você me faz chorar de prazer me pegando de quatro bem fundo, ou me pressionando firme contra a parede. Adoro sentir seu suor misturado no meu e o seu cheiro que fica em mim por dias seguidos.


Você me pede para eu não te esquecer. Meu bem, é impossível te esquecer. Te deixo já com saudades e contando os dias e as horas para te reencontrar. Abstinência pura mesmo, sou viciada em você, em nós dois. As nossas horas juntos são preciosas, mas insuficientes para matar a sede que eu tenho de você, da sua boca, do seu pau e de você dentro de mim.


Eu devo confessar que adoro o seu ciúmes, sempre na medida. Me faz feliz saber que você não me dividiria com ninguém. Porque eu não posso nem imaginar você com outra pessoa. Sim, eu também sinto ciúmes, meu amor.


Quando estamos juntos, como eu te disse, a minha respiração, os meus beijos, a minha bunda, a minha buceta, o meu corpo, a minha alma pertencem à você.


É justamente aquele nosso momento único que importa. Nada mais interessa.

Sou sua.


Com carinho,

Luana.


*** Hoje eu perguntei para o Oráculo: O que a gente representa na vida um do outro?

A carta que eu tirei foi "Liberdade". Olha só que definição mais bonita e genuína:


"Liberdade é vivenciar nossa verdade integralmente, sem medo dos julgamentos - nossos, e dos outros. É focar-se no aqui e agora, ciente da impermanência das coisas, dando o melhor de si sem apegar-se aos resultados".








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